Em 2026, as organizações gerem um ecossistema de software cada vez mais complexo: aplicações SaaS, serviços cloud por consumo, ferramentas de inteligência artificial e ambientes híbridos que crescem sem controlo se não forem geridos corretamente. O software converteu-se num dos principais encargos operacionais e, ao mesmo tempo, num fator crítico de risco e eficiência.
Neste artigo descobrirá o que é SAM (Software Asset Management), por que razão é fundamental no contexto atual e como começar a implementá-lo para otimizar custos, reduzir riscos e melhorar a gestão do software na sua organização com uma visão alinhada ao futuro imediato.
Em 2026, as organizações gerem um ecossistema de software muito mais complexo do que há apenas alguns anos.
A utilização massiva de aplicações SaaS, serviços cloud por consumo, ferramentas colaborativas, automatização e inteligência artificial transformou completamente a forma como as empresas adquirem, utilizam e pagam o seu software.
Neste contexto, o SAM (Software Asset Management) já não é apenas uma prática de controlo de licenças, mas sim uma disciplina estratégica que conecta TI, finanças, segurança e negócio, alinhando-se com a norma ISO/IEC 19770.
As empresas que não adaptaram o seu modelo de SAM a este novo cenário enfrentam:
A Gestão de Ativos de Software (SAM) é o conjunto de processos, políticas e tecnologias que permitem a uma organização gerir o ciclo de vida completo do software, desde a sua solicitação até à sua desativação, assegurando uma utilização eficiente, o cumprimento contratual e a otimização dos custos.
Em 2026, o SAM abrange:
O SAM proporciona visibilidade total e dados em tempo real para tomar decisões baseadas na utilização real, e não em estimativas.
O software tornou-se um dos maiores custos operacionais das organizações. Sem um controlo adequado, o crescimento das ferramentas digitais traduz-se em ineficiência, custos excessivos e risco.
1. Otimização de custos num modelo de subscrição e consumo
Em 2026, a maior parte dos custos de TI baseia-se em subscrições, consumo e renovações automáticas. O SAM permite:
Os fabricantes intensificaram as auditorias, especialmente em ambientes híbridos e cloud. O SAM ajuda a:
Com o SAM, TI e Finanças partilham uma única fonte de informação fiável. Isto permite:
A implementação do SAM em 2026 deve ser contínua, automatizada e transversal. Estes são os pilares fundamentais:
Inventariar não só equipamentos, mas também:
É fundamental contar com ferramentas que integrem múltiplas fontes e ofereçam dados atualizados em tempo real.
Consolidar contratos, acordos de subscrição e direitos de utilização é essencial para:
O SAM em 2026 apoia-se em:
O objetivo: pagar apenas pelo que é realmente utilizado.
Desde a solicitação até à desativação, cada ativo deve seguir políticas claras, integradas com ITSM, compras e finanças. Isto garante controlo, eficiência e escalabilidade.
O SAM já não é apenas uma função de TI: é uma ferramenta de governação empresarial. Permite às organizações:
Num ambiente onde o software impulsiona tudo, quem controla o seu software, controla o seu negócio.
Na Ambit Iberia ajudamos as organizações a adaptar o seu modelo de SAM aos desafios atuais e futuros, integrando tecnologia, processos e estratégia para um controlo total do ambiente digital.
Entre em contacto connosco para descobrir como implementar o SAM com visão 2026.